domingo, 8 de agosto de 2010

Breaking The Girl



Banda: Red Hot Chili Peppers
Letra: Anthony Kiedis


I am a man
Cut from the know
Rarely do friends
Come and then go

She was a girl
Soft but strange
We were the two
Our lives rearranged

Feeling so good that day
A feeling of love that day

Twisting and turning
Your feelings are burning
You're breaking the girl
She meant you no harm

Think you're so clever
But now you must sever
You're breaking the girl
He loves no one else

Raised by my dad
Girl of the day
He was my man
That was the way

She was the girl
Left alone
Feeling the need
To make me her home

I don't know what, when or why
The twilight of love had arrived

Twisting and turning
Your feelings are burning
You're breaking the girl
She meant you no harm

Think you're so clever
But now you must sever
You're breaking the girl
He loves no one else


É, essa musica e essa letra, me dizem o que outras pessoas também já haviam me dito, e o que eu já havia notado também. Aliás, o meu namoro relâmpago de 1 mês foi o maior sinal disso. E um amigo também colocou em palavras tudo isso: "é, tu estás virando aventureiro, né?!". Fato, não tenho mais como negar isso.

E fui eu que já chegou a ter um namoro de quase 2 anos. Não sei, naquela época talvez tenha sido a opção mais fácil, não ficar sozinho, ou talvez porque não houvesse tantas opções naquele momento também. Mas hoje é diferente, 1 mês foi o limite pra uma só pessoa.

A verdade é que não é a liberdade que tem importado, é a disposição por alguém. É, pela primeira vez na vida eu estou me dando o direito de ser egoísta, de não ter que ligar todo dia pra alguém, de ligar quando eu tenho vontade, e pra quem eu tenho vontade. E falta a disposição por alguém, eu também me enjôo, na verdade tenho me enjoado bem rápido. Não sei se é a questão do 'aventureiro', mas essa semana eu já me enjoei de alguém do qual não enjoava, e comecei a querer quem eu não devia querer. Talvez logo essa situação mude, tem acontecido com frequência, pois eu não consigo, nem mesmo quero, me prender a alguém.

Um dia, quem sabe, bata mais uma vez a carência por alguém mais próxima de mim, e que não dure 1 mês. Agora, e eu falo do intervalo de 2 meses até agora, eu só imagino em qual das 3 deveria investir mais. Enquanto isso, gonna meet the girl of the day.

[Pra ser sincero, tô me odiando desse jeito, não era assim. Mas é assim que eu realmente me sinto, é assim que eu estou sendo. E o pior é que eu sei que já magoei alguém assim. I'm breaking the girl.]

sábado, 3 de julho de 2010

Anarquia Corporation

Discriminado hoje, discriminador amanhã. Mudança aonde? Aonde, cidadão?

Hoje deu pra ver um exemplo claro do que pode ser chamado de "Anarquia Corporation", um bando de punks e pessoas que se dizem "anarquistas" revoltados pela derrota da seleção pro time laranja. Haaa, o dia de hoje foi bom pra ver como as pessoas são. Eu tô me matando porque o Brasil vazou da copa? Com certeza não [aliás, hoje eu fui arrastado pros bastidores de um show de uma banda de garotas, se cada vez que a seleção perder, eu ganhar isso, então eu quero que o Brasil nunca mais ganhe =D]. Eu vi o jogo e deu até aquela apreensão pelo resultado, eu realmente queria que a seleção ganhasse, mas não basearia a minha vida ou mesmo o meu dia no resultado do jogo, que por sinal foi uma grande porcaria das duas partes do campo.

É, é mesmo muito estranho você sair de casa e ver aquele cenário apocalíptico de as pessaos queimando bandeira, colocando culpa em técnico, jogador burro e essas coisas. Bah, se achou ruim vai lá e faz melhor! É muito chato ver essa dependência que o brasileiro tem com o resultado do jogo da copa. "Não, porque o Brasil perdeu e agora o dia inteiro tá uma merda, foda-se tudo, deixa eu me afundar na fossa".

Mas pra falar a verdade eu já tive a minha época meio "punk", falando que a vida é uma merda, que o sistema é uma merda, que tudo o que acontece é uma merda e que a gente vai resolver tudo se revoltando contra todas as coisas do mundo. Claro que eu já tive, até tive uma banda que usei um pouco como voz "punk" só pra dar mais corda nesse tipo de pensamento. Mas agora eu só consigo pensar nisso como "a minha fase de adolescente revoltado", sério, pra mim essa fase de "punk" foi só aquela coisa de adolescente que quer fazer alguma coisa diferente da vida.

Não, eu não tô falando nisso porque caí na conformidade, que é assim mesmo que a vida funciona. Não, eu ainda tenho os meus pensamentos de antigamente, e dou a maior força pros amigos que também os têm. Ainda discuto sobre isso e defendo essas idéias. Só não acho que o jeito certo de mudar seja se revoltando com tudo. Conformidade não, maturidade talvez. Se me dessem uma letra de musica punk pra tocar, eu talvez a defendesse até a morte, como as minhas idéias, mas nunca apoiaria aquelas atitudes radicais de "eu vou fazer isso e eles vão ter que me ouvir, porque assim é o jeito certo!". Isso não leva ninguém nem o mundo a lugar nenhum.

Tá, o Capitalismo é uma merda e só serve pra minoria. Isso eu sei e você também sabe. Você quer mudar isso, então vai tocar o terror, se revoltar com o mundo, bater em todo mundo que achar o contrário e dizer que só você tá certo. Beleza, vai nessa, campeão. Livre arbítrio serve pra isso.

Sim, o Capitalismo é sim uma merda e apoia muito mais a minoria detentora do capital. Isso eu sei e você também sabe. Aí você quer mudar isso, você expressa suas idéias, escreve e musicaliza os seus pensamentos sobre tudo isso, e até atinge o interior de algumas pessoas dessa forma. Você sabe que o mundo é uma merda e usa a arte, a escrita e a musica pra tentar mudar o mundo. Você tenta alcançar a alma das pessoas. Então, você, que soube separar o capitalismo da "anarquia corporation" e tenta cativar as pessoas com as suas idéias, saiba que terá o meu apoio incondicional.

Porque as mudanças não surgem de pessoas que se revoltam com tudo e "saem quebrando as coisas"; as mudanças acontecem quando surgem as idéias.

Compartilhar pra que? Eu sou eu, sou eu.
Milhares de teorias, milhões de ideologias, todas parecem sempre cair no mesmo lugar.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Knock Me Down - Parte II

Pronto, pés no chão novamente, era exatamente o que eu precisava, a verdade nua e crua dita por alguém de fora. Você sabe exatamente o que você tem, mas é preciso realmente ouvir isso de alguém pra cair a ficha, seja amigo ou um completo desconhecido. E eu recebi até uns bons conselhos, indiretamente, me veiculados pelo meu grande amigo Danilo Sorato. Valeu, meu rapaz, tu não sabe como isso me ajudou.

Eu já percebi que aquilo era só um xororô desnecessário da porra mesmo. E eu que eu realmente preciso saber o que é prioridade na vida, e essa prioridade sou eu. E eu já começo a resolver os problemas, um de cada vez.

Já trabalho pra acabar com aquele relacionamente que tá me desgastando mais a cada dia, onde eu só tenho aguentado por me sentir obrigado, mas agora sou eu que tô desgastando o relacionamento. Tá indo lenta e certamente. E a minha liberdade vou comemorar na quarta-feira com os amigos, em uma festa de república [com open bar e dançarinas de pole dance, é isso sempre melhora o humor de um rapaz xD].

E já me resolvi com a minha companheira imcompreensível e que ás vezes é alvo do meu ódio, mas que no fundo eu ainda amo, a universidade. Por mais que eu sinta que muitas vezes [MUITAS²] a UFSCar me tire a vontade de viver, e eu sei que é esse o rumo certo que eu posso tomar, o rumo que eu escolhi, só eu e ninguém mais, e eu não preciso esperar absolutamente nada acontecer de repente, eu que tenho que construir esse algo. Pois é uma das coisas que mais me orgulha, eu me livrei de todas as amarras que me prendiam e segui o meu próprio caminho, e não tem nada que represente isso melhor do que a UFSCar. Por isso eu sei que você vai ser sempre a coisa mais importante da minha vida, Federal de São Carlos. ^^

Bom, o resto vai se resolver sozinho com o tempo, eu sei que eu não posso salvar a pessoa que eu queria, mas eu pelo menos posso dar a ela o meu apoio incondicional, pra o quer que seja que a deixe bem. Eu já descobri que o que eu gosto é te ver sorrindo.

Quanto à mudança, já parei de me sentir pressionado, prefiro ponderar o que é melhor depois que estiver de ressaca da festa, é justamente nessa hora que a gente pensa em todas as merdas que fez na vida.

Agradeço ao meu amigo já mencionado acima, à pessoa que aconselhou o meu amigo a me dizer o que precisava ouvir e às duas garotas de sempre. Vocês me mostraram que eu não preciso ser levado pelos revéses [é assim que se escreve, né?] que acontecem, só preciso me manter com o pé no chão, mesmo que todas as coisas aconteçam ao mesmo tempo.

If you see me getting high, knock me down. I'm not bigger than life.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Knock Me Down - Parte I

Mostre-me o que você é, quem sabe assim eu possa me encontrar.

Numa conversa agora, o meu amigo conseguiu definir o que eu não tinha conseguido até agora, o meu problema não é depressão, ou carência, ou afins, é pura e simplesmente desmotivação. O que tem sido causada por n acontecimentos recentes que só vêm se acumulando sem solução, e isso só tem alimentado a minha desmotivação, e no fim acabo não resolvendo nenhum problema.

De todas as merdas que vêm ocorrendo, eu destaco o meu relacionamento problemático, que eu tento por um fim definitivo faz umas 2 semanas. Você me pergunta o porquê, e eu respondo que nada no mundo vale menos a pena do que investir em um relacionamento que você não vê futuro, que não te faz feliz, com o qual você já tá completamente broxado e não vê mais aquela situação de 'felizes para sempre'. E pior ainda se ele atrapalhar nas amizades mais fortes que você tem, como já aconteceu; ou mesmo se te privar de algo que você gosta. Mas o que importa é que esse problema já tá quase resolvido, só falta um passo recomendado por uma amiga: cortar qualquer relação, pra que o sofrimento (principalmente da outra parte) seja menor, e que não haja mais nada que possa machucar mais ambos [não posso deixar de dizer: dia dos namorados sucks at all! esse ano finjo que esqueci].

Outra coisa é a faculdade. Cara, ela tem me dado um desânimo, que me dá realmente vontade de largar mão e ver até onde esse barco à deriva chega. Não é porque o curso é difícil, ele o é sim, e pra caralho, mas é porque não tá saindo qualquer coisa boa dele. Espero sinceramente que esse problema e essa sensação passem logo, senão evolui em algo pior [><']. Além disso, tô me sentindo um inútil; tento, tento e tento mais ainda, e não consigo ajudar alguém que eu considero muito importante, e eu realmente quero ajudar e fazer essa pessoa se sentir melhor, mas nada tem adiantado, o que faz eu me sentir inútil e desimportante pra ela [espero que saiba que eu te amo, querendo saber que você está feliz, isso é que é importante pra mim e é assim que eu te amo ^^].

Baaaaahh, eu quero sempre passar pros outros a imagem de que nada me abala, de que eu sempre vou resolver tudo e vai ficar tudo bem, mas a verdade é que eu tenho medo desses problemas, e eu quero fugir, não lutar com nada. Não tenho motivação pra lutar com nada agora. Resumindo: eu não quero compromisso com nada nem responsabilidade nenhuma. Pronto, desabafei.

Espero que no próximo post posso falar alguma coisa interessante e que não seja só um mimimi meu. Mas enquanto isso... Preciso de algo novo e interessante na vida.